Depois de assistir ao vídeo abaixo, com dúvidas que atordoam nossos colegas de profissão e para não ficar apenas na brincadeira, resolvemos trazer a regra que ajusta o uso do “eu” e do “mim” no intuito de colaborar, não só com Welingon e Fabiano, mas com muitos outros amigos nossos que também ficam na incerteza do uso dos pronomes do caso reto e oblíquo. Claro que fizemos uma ediçãozinha só pra descontrair. Ficamos muito felizes com a citação do nosso blog por Fabiano. Sinal que além de se divertir, ele também procura se aprimorar e não tem vergonha de perguntar.
Quando, afinal, se usa mim?
Quando não houver verbo no infinitivo,
imediatamente após o pronome, deverá ser usado mim. Veja:
Falaram sobre mim.
Ninguém estava contra mim.
Para mim, tudo é festa.
Após mim, ninguém se manifestou.
Chegue-se a mim. Pense em mim.
Entre mim e você há muita afinidade.
Entre você e mim há muitas barreiras.
E quando houver verbo no infinitivo?
Aí, há duas possibilidades:
1- o pronome é
sujeito; usa-se, então, o pronome eu.
2- o pronome não é
sujeito; aí, será usado o pronome mim.
Assim:
Para eu estudar, é necessário silêncio.
Sobre eu estar conversando, ninguém comentou a
respeito.
Você é contra eu fazer a festa?
** Em todos esses casos, eu é
sujeito.
Nos casos seguintes, você vai
verificar que o pronome em questão não é sujeito.
Resolver esse problema é fácil para mim.
Pode ser que estudar seja complicado para mim.
Quero que você saiba que estar a seu lado é um privilégio para mim.
Quando deslocarmos o mim devemos colocar a vírgula logo após.
Para mim, resolver esse problema é fácil.
Pode ser que para mim, estudar seja complicado.
Quero que você saiba que para mim, estar a seu lado é um privilégio.
E o gaiato dono deste blog grita lá da copa: tire essas regras daí agora. Vocês querem dar nó na cabeça de quem? Tô com medo de dar um curto circuito na cabeça de alguns colegas. Mas como aqui a democracia impera... A postagem fica. E
speramos ter contribuído usando esta forma
descontraída de abordar o tema para a melhoria do nosso linguajar no cotidiano de todos nós jornalistas, radialistas, comunicadores em geral. Estamos de olho!